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Lorde, a cantora que tem dado o que falar!

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Se você é uma pessoa antenada a respeito de tudo o que acontece na indústria fonográfica e que está sempre de olho nos singles que estão entre os “mais mais” nas paradas de sucesso, com certeza achará “Royals” um nome bastante familiar.  Se trata de uma das músicas de Ella Yelich-O’Connor, nome verdadeiro da cantora Lorde, que recentemente conquistou a primeira colocação no “TOP 10 Songs” do iTunes.

Para os que ainda não a conhecem, sugiro que sirva-se de um bom e quente capuccino enquanto faço as devidas apresentações!

Lorde é uma cantora neozelandesa de apenas 17 anos que descobriu desde pequena a vocação para a música. Tudo começou quando um vídeo de uma apresentação feita aos 12 anos de idade, durante um show de talentos da escola, foi parar nas mãos daquele que viria a se tornar o seu representante. Atualmente, seu estilo indie/pop alternativo que faz referência à cantoras como Lana Del Ray e Birdy, tem chamado à atenção de milhares de pessoas por conta da singularidade e da mensagem contida em suas composições.

O grande pontapé em sua carreira se deu com a estréia do EP, “The Love Club”, que culminou posteriormente com o lançamento e sucesso do primeiro álbum, “Pure Heroine” (um pouco polêmico para uma garota de 17 anos). “Royals” tornou-se o grande carro-chefe e apoderou-se por longas semanas da primeira colocação da Billboard. Composta pela própria Ella Yelich e pelo Joel Little, esta faixa aposta em um ritmo sensual e envolvente, e fala a respeito da luxúria presente na vida de muitos artistas pop. É o tipo de música que você não se cansa de ouvir!

Na maioria das composições, Lorde evidencia a sua critica social e defende a autonomia feminina, principalmente quando se trata de relacionamentos. Esse “feminismo”, se é que podemos chamar assim, ilustrou a mulher em uma posição de pessoa forte, determinada e independente, sem mascarar suas falhas e imperfeições.

Querido, seja o palhaço da turma
Vou ser a rainha da beleza em lágrimas
É uma nova forma de arte
Para mostrar às pessoas como nos importamos pouco

(Trecho da faixa “Tennis Court”)

Recentemente a neozelandesa chegou a alfinetar cantoras como Selena Gomez e Taylor Swift, alegando que algumas de suas músicas iam de contra aquilo que o movimento feminista defende. Apesar de em partes concordar com aquilo que alegava, considero tal atitude precipitada, principalmente vindo de uma cantora que, apesar do sucesso, ainda não tem base suficiente para se consolidar no mercado fonográfico. Suas críticas pareciam ser mais fundamentadas na própria arrogância do que na defesa das suas ideologias propriamente ditas. Na verdade, esse tipo de atitude tornou-se comum entre os jovens que se denominam “cults” só porque vão de contra as ideologias da sociedade, escutam um estilo de música alternativo e criticam tudo aquilo que consideram “modismo”.

Deixando de lado esses “poréns”, concluo que os bons vocais e a personalidade forte estampada em cada faixa fizeram de Lorde uma das grandes revelações musicais de 2013. Acredito que, a depender da forma na qual administre todo o seu potencial, sua permanência no cenário musical se dará por um bom tempo.

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