Está na hora de PARAR de ignorar o pop asiático.

Antônio Lemos publicou isso há 12 meses.

Com a crescente onda do k-pop, o mercado musical asiático vem se tornando o foco de muitos fãs de música pop. O continente asiático abriga cerca de 3/5 de toda a população mundial, e por muito tempo ignoramos toda a produção artística (seja mainstream, ou independente) de um continente inteiro! Não parece a melhor ideia quando falamos agora, não é mesmo? O momento de mergulhar nesse “outro universo” chegou.

Começando pelo pop coreano (o conhecido k-pop), podemos citar a existência de uma enorme indústria do entretenimento, e seus principais agentes são as empresas do conhecido “Big 3” coreano: a SM Entertainment, responsável por grupos como Girls’ Generation, EXO, Red Velvet, f(x) (cujos 3 últimos álbuns são MARAVILHOSOS), SHINee, etc.; a YG Entertainment, que nos agraciou por muito tempo com o icônico 2NE1 (#RestInPeace), agora aposta nas novatas BLACKPINK, iKON, Winner e nos veteranos BIGBANG (que em 2017 completam 11 anos de carreira); e por fim, a JYP Entertainment, que carrega a maior aposta do k-pop atual, TWICE, tem grupos como GOT7, estreados em 2014, 2PM e Wonder Girls no currículo. Outras empresas são responsáveis por atos sólidos, como por exemplo: SISTAR, Cosmic Girls, OH MY GIRL, T-ARA, GFriend, AOA, SEVENTEEN, B1A4, e BTS, que em 2016 viu sua popularidade no Brasil crescer de maneira gritante.

E se você pensava que k-pop eram só grupos, errou feio. Há uma grande quantidade de solistas (alguns de grupos, outros não), que fazem a nossa playlist tão maravilhosa: Hyuna, para os fãs de festas, a já amada CL, Taeyeon e Luna para os fãs de uma boa vocalista, Sunmi, com seu retrô sexy, e Tiffany, pra quem não abre mão de música pop com influência oitentista.

Mudando o foco para as terras nipônicas, vemos uma variedade muito maior que os idol-groups coreanos permitem, no pop japonês. Há nomes sólidos no país, que alternam de influências R&B, Hip-hop e… baladas? Sim! Utada Hikaru é um nome que deve ser citado, pela consistência enquanto artista, e pela ouvida fácil que é seu último álbum, após 6 anos de pausa, Fantome.

Agora, se você também gosta do famoso pop farofa, o Japão também é terra prometida pra você (assim como pra mim). Namie Amuro entrega TUDO no seu último álbum, “_genic”. Assista ALIVE, do antecessor de _genic, ‘FEEL’ abaixo:

Outros nomes importantes de serem citados são Ayumi Hamasaki, Kumi Koda, e os grupos idols AKB48, E-Girls, Morning Musume, e as 3 garotas do icônico Perfume.

E por fim, porque conhecer toda a cultura de um continente é impossível, e necessita MUITA pesquisa, vamos ao pop chinês que tem nomes como Jolin Tsai como uma das artistas mais relevantes. Esta tem clipes com a temática LGBT e é muitas vezes comparada a Madonna, e acreditem, devido à sua presença de palco, e músicas dançantes. A ‘dancing diva’ taiwanesa em 2014 lançou o álbum PLAY, que conquistou diversos fãs internacionais para a cantora. Outro cantor chinês que deve ser citado é LuHan, que ficou conhecido por participar no passado do grupo EXO, e após sair do grupo em 2014, passou a se dedicar a suas atividades solo na China.

Infelizmente, não dá pra colocar todo mundo, mas se você tem sugestões de artistas para adicionar na nossa playlist, diga nos comentários, afinal, quanto mais música, melhor!

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